| Dinastico Primitivo - Meni ou Menés (Narmer?, Aha?) 3125-3100 a.e.c. |
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 A Paleta de Narmer |
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Termina a época chamada “pré-dinástica”. Subitamente, o número dos locals habitados cresce numa proporção elevada. O país agita-se e transforma-se. Há um afluxo de população estrangeira? Não sabemos. Talvez seja a caso de pensarmos na chegada ao Egito de nômades vindos das zonas desérticas do Leste e do Oeste. Produz-se, então, um acontecimento essencial: a reunião das Duas Terras, o Alto e o Baixo Egito, sob a comando do mesmo homem. Nasce a nação egipcia.

Temos conhecimento deste fato capital graças a paleta do rei Narmer encontrada no sitio de Hierakonpolis. Este pequeno monumento de 63 cm de altura é uma chameira. Este tipo de suporte, a seu estilo, a sua concepção pertencem ainda ao pré-dinástico, ao passo que os temas representados nos revelam a existência da primeira dinastia. A paleta, em xisto verde, está decorada na frente e atrás. As cenas encontram-se distribuÍdas em três registros sobrepostos. No alto, duas cabeças de vaca simbolizam a deusa Hathor, divindade cósmlca cujo nome significa “morada de Horús”.
Por ser a principal designação do faraó, o rei representado no monumento coloca-se, assim, sob uma proteção divina e celeste. O anúncio da unificação das duas partes do território egipcio é feito de maneira simples e clara: na frente, o soberano usa a coroa branca do Alto Egito, nas costas usa a coroa vermelha do Baixo Egito. E o primeiro faraó a reinar sobre o sul e o Norte. O Egito dinástico entra na História. Narmer, cujo nome está inscrito num retângulo entre as duas cabeças de vaca, prepara-se para rachar a cabeça do inimigo vencido na cena principal da frente da paleta.
Representado em tamanho grande, hierático, numa atitude de grande nobreza, poder e dignidade, o Faraó brande a maça branca. Tem no queixo a barba postiça. Em volta da criatura, uma tanga cerimonial em cuja cintura está preso um rabo de touro. O rei está descalço, mas é seguido por um dignitário cuja estatura é de cerca de um terço da sua, encarregado de transportar as sandalias. Efetivamente, nos tempos antigos a sandalia era um objeto de luxo que não devia sujar-se com o pó do caminho.
O escultor insistiu na possante musculatura de Narmer e na sua calma absoluta. Não há nenhum sadismo, nenhuma vioIência bestial no ato ritual executado pelo primeiro faraó. Na realidade, de acordo com a ordem dos deuses, ele subjuga aquele que se revolta contra a harmonia do mundo. Foi o deus-falcão quem submeteu o rei e lhe permitiu triunfar para que o Egito viva em paz. No registro superior do verso da paleta, o rei, portador da coroa vermelha, dirige-se a um campo de batalha onde se encontram arrumados em boa ordem os corpos dos inimigos decapitados e amarrados.
No registro do meio, uma representação um tanto fantástica: dois homens barbudos seguram uma corda onde estão presos dois animals de grandes pescoços entrecruzados. A interpretação do egiptólogo ingles Gardiner parece-nos judiciosa: a cena simbolizaria a união do Duplo País, do Norte e do Sul. No registro talerio um possante touro desmantela as muralhas de uma cidade. O inimigo torce-se de dor sob os cascos do animal. Novo símbolo de Narmer vencedor, suficientemente possante para subjugar as localidades que se haviam oposto a ele.
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 Meni ou Narmer? |
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O balanço é claro: retomando a obra do Escorpião, Narmer levou-a ao seu desfecho lógico. Depois de consolidar o seu poder no Sul, exerce-o agora sobre o Egito inteiro. Mas há um problema. E, efetivamente, com um faraó denominado Meni ou Menés que as listas reais tem início. É a ele que se atribui a unificação, foi ele quem fundou uma cultura nova e original relativamente as que a precederam no solo egipcio. Uma impressionante representação do Ramesseum, o templo funerário tebano de Ramsés II, mostra uma procissão de sacerdotes numa festa religiosa.

Cada um deles tem aos ombros a imagem de um rei, ora, nos ombros de um destes soberanos figura o enigmático Menés, cuja recordação não se perdera. Após longos debates, admite-se hoje que Meni ou Menés e Narmer são, provavelmente, um só. Primeiro monarca humano, Meni sucedeu aos deuses e sentideuses que haviam reinado sobre o país durante milênios. O seu nome fornece-nos elementos interessantes. Lê-se Meni em egípcio, ou seja, “aquele que fica”, “aquele que permanece”, “aquele que perdura”. Meni é, portanto, o faraó “duradouro”, a raiz imortal de onde brota a grande ârvore das dinastias.
Philippe Derchain interpreta-o como o rei "Alguém”, o faraó impessoal. Foi certamente por isso que se atribuiu a Meni a invenção da escrita, fato historicamente inexato, mas revestido de um profundo significado religioso. Efetivamente, a escrita hieroglífica é o instrurnento de uma cultura por excelência. De modo que Meni, o Duradouro, será para o Egito a figura simbólica da primeira era de prosperidade e glória do país.
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 A Fundação de Menfis |
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Meni, o fundador, justificou plenamente essa reputação criando uma capital cuja importância não diminuirá ao longo de toda a história egípcia. Segundo Mâneton e Herodoto, Meni decidiu dar ao país uma cidade digna do novo Estado que ele dirigia. A escolha do local correspondeu à razões politicas evidentes, ja que Mênfis, da qual um dos nomes egípcios é “a balança das Duas Terras”, foi edificada na base do Delta, no local estratégico que marca uma espécie de fronteira entre o Baixo e o Alto Egito.
Para os antigos egipcios, uma cidade e, em primeiro lugar, um centro religioso, um local de culto a partir do qual se desenvolve uma atividade econômica. Meni transformou uma povoação antiga onde se adorava o deus Ptah, um dos padroeiros dos artesãos, numa cidade qualificada como “vida das Duas Terras”, com um conjunto de edifícios estáveis e perfeitos na sua beleza. É possível que o proprio termo “Egito” venha do egípcio hout-ka-Ptah, “dominio do ka do deus Ptah” (nome do grande templo de Mênfis), que significa em grego Aiguptos. Existe igualmente uma tradição segundo a qual o filho de Meni teria mandado construir um palácio em Mênfis, dando-lhe o nome de per-ãa, “grande morada”, de onde provém o nome “faraó”.
Como imaginar esta primeira capital, a obra-prirna de Meni? Era certamente formada por casas de tijolo não-cozido. Casas grandes e pequenas tinham jardins e organizavam-se em torno de uma sala de visitas de onde se tinha acesso aos aposentos privados. Mênfis tinha sido edificada na margem ocidental do Nilo, não longe do rio. Era cercada por campos férteis e palmares. Cidade branca, de ruas sombreadas pela vegetação, era protegida das cheias excessivas do Nilo por um grande dique. Tal criação supõe um elevado grau de civilização. Meni havia formado uma corporaçao de artifíces reais de excepcional competência no domínio da arquitetura e da escultura.
O sumo sacerdote de Ptah, deus que foi beneficiado por um vasto templo em Mênfis, setá, por fim, o chefe religioso dos artesãos. O culto de Meni será celebrado nessa região durante muito tempo. A própria cidade de Mênfis constitui um imenso símbolo sagrado. Segundo as concepções egípcias, o nascimento da vida na Terra, quando da concepção do mundo, concretizara-se com o aparecimento de uma elevaçao primordial saída das águas. Meni foi assimilado ao deus que fez surgir a vida sob a forma dessa elevacão, cuja capital era precisamente Mênfis. É de supor, aliás, que os operários reais drenaram uma zona um pouco pantanosa antes de escavar os alicerces da cidade.

A tradição grega registrou igualmente uma lenda em que aparece um termo comparável: Menés teria criado Crocodilopolis, a capital do Fayum, ou seja, uma cidade saída das águas. Mênfis firma-se como um centro religioso e politico a partir da primeira dinastia, porque lá se sagram os reis. Tal como Menis, todos os novos reis usam a dupla coroa na qualidade de faraós do Alto e do Baixo Egito. A união das Duas Terras é o princípio de base do governo do país. Cada vez que ele for traído, o Egito conhecerá períodos de decadência.
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 Os Nomos |
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Meni é um grande administrador e divide o país em províncias chamadas nomos. O hieróglifo que as representa é um retângulo quadriculado, ou seja, um terreno percorrido por canais de irrigação. O nomo apresenta-se como uma entidade administrativa, geogrétrica, econômica, mas também religiosa. Efetivamente, o monarca é tambérn o sumo sacerdote do deus adorado na sua província.
Uma interessantíssirna lita de nomos, gravada no templo de Edfu no Alto Egito e datada da época ptolomaica (mais de 2.500 anos após Meni), precisa o que se convém saber acerca de cada um deles. É uma espécie de manual teológico-político, e em cada templo devia ser depositado um exemplar. Quem quiser conhecer um nomo tem de saber o seu nome e o nome da sua capital, tem de estar informado acerca das relíquias nele conservadas, das divindades adoradas, dos templos e dos locais de culto existentes, dos nomes dos principals responsáveis pelo culto, dos títulos sagrados dos sacerdotes e das sacerdotisas, dos nomes da embarcação sagrada e do seu lago, dos nomes das árvores sagradas, das datas festivas, das listas de interditos e de tabus, dos nomes dos canais e dos territórios agricolas.
É difícil pronunciarmos acerca dos nomos criados por Meni. No Antigo Império, o Egito incluía trinta e oito ou trinta e nove nomos na baixa época, teoricamente quarenta e dois, os quais correspondem aos quarenta e dois juízes do tribunal de Osíris que decidiam o destino pósturno do ser. Houve, pois, variações territoriais ao longo dos tempos. Graças a esse sistema, a organização administrativa revelava-se simples e eficaz, contanto que houvesse monarcas responsáveis e competentes: as ordens partiam do palácio real, chegavam às capitais regionais que se repercutiam a escala das cidades secundárias, das aldeias e dos campos. Foi devido a essa estrutura que Meni procedeu a um recenseamento da população e a um inventário das terras aráveis.
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 O Nilo e o Cultivo da Terra
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O Delta levanta um problema particular, em quase todas as obras egiptológicas se lê que esta parte do Egito não nos deixou documentos porque não se podia conservá-los num terreno úmido. Mas o atual Delta, com seus campos, suas árvores, seus numerosos canais e suas aldeias, não era, evidentemente, o mesmo de Meni. Nessa época remota, é provavel que apenas existisse uma imensa superfície aquática coberta por uma vegetação abundante.
Era Ia que se ia caçar e pescar, não existia uma zona costeira com portos que, mesmo séculos mais tarde, ainda serão simples portos fluviais situados no interior do Delta. Podemos, então, supor que as “cidades” comprovadas pelos docurnentos egípcios como Buto e Busíris eram santuários, locais sagrados visitados em certas festividades, e não aglomerações habitadas. Tal visão põe em causa a existência de um reino do Baixo Egito, comparável, nas suas localidades habitadas e na sua densidade populacional, ao do Alto Egito. Ela faria aparecer as vitórias dos reis do sul e do Norte como uma anexação relativamente fácil de tribos que habitavarn locals muito selvagens, o que seria uma obra civilizacional mais do que uma conquista guerreira.
O país equipa-se sob a férula de Meni: existência de uma corporação de artesãos, celeiros geridos pela administraçao central, estaleiros navais, construção de templos, organização de uma agricultura e de criação de animais. Uma característica deve ser imediatamente sublinhada: tudo pertence ao rei, pois toda a terra egípcia é dele, tendo-a herdado dos próprios deuses, que o encarregaram de assegurar a sua prosperidade. Não existe, portanto, propriedade privada, embora o faraó possa oferecer lotes de terra mais ou menos consideráveis aos que o serviram lealmente.
Assim se constituirão os domínios dos grandes dignitários que, segundo o modelo real, se tornarão responsaveis pelo bom estado dos seus bens. A economia egípcia é religiosa. Efetivamente, é o templo que assegura a circulacao dos bens. Tudo começa pela oferenda aos deuses, sem os quais o país cairia na anarquia e na miséria. Quando os deuses estão satisfeitos, é posslvel prover as necessidades dos homens, repartindo devidamente as riquezas. As colheitas são vigiadas de perto pelos escribas, e uma parte dos cereals é transportada para os celeiros da capital, onde são armazenados para serem distribuídos em caso de fome.
A delimitacão dos campos é objeto de cuidados. A “terra negra” é generosa: produz diversas espécies de trigo, numerosos legumes como Ientilhas, ervilhas, alhos-porós, cebolas, e frutos como tâmaras, figos e uvas. Utiliza-se o mel para adoçar, O gado não falta. Existem várias raças de bois. Gansos e patos povoam as capoeiras. O camponês egÍpcio ama a sua terra. A sua vida não é fácil, o trabaiho é duro. Mas o período da inundação permite-lhe um repouso prolongado. Enquanto o Nilo cobre o Egito, ele fica em casa a sua prosperidade, como a dos seus compatriotas, está ligada ao benéfico extravasar do Nilo e a sua inteligente exploração.
Nestas area, Meni prossegue e aperfeiçoa as obras empreendidas pelo Escorpião. Sabe que a irrigação é vital para o Egito. Sem ela, os dons do Nilo seriam inúteis. Ao criar um forte poder central, ele pode empreender uma série de grandes obras no país. Os nomarcas são encarregados de aplicar nas suas províncias os planos traçados pelos mestres-de-obras do rei. Em vários pontos-chave do curso do Nilo instalam-se nilômetros, que permitem anotar anualmente a altura atingida pelas cheias; classificando essas observações, será possivel fazer previsões em vista de uma distribuição adequada das águas.
Cheias demasiado abundantes ou inferiores ao normal constituen catástrofes naturals e econômieas contra as quais deve estar prevenido. Nas listas reais, figura o nível de altura das cheias; aliás, figura entre os acontecimentos notáveis de um reinado. Por todo o Egito levantam-se diques e abrem-se canais. Enchem-se as depressões e nivelam-se as elevações formadas pelos aluviões. As ilhotas ao longo do rio são cultivadas. Além disso, com um notável senso “ecológico”, mantêm-se numerosas áreas pantanosas para a caça, a pesca e a perpetuação de espécies consideradas indispensáveis. Criar não basta também é necessário limpar constanternente os canals e criar bacias de irrigação para que o livro seja utilizado ao máximo.
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 A Economia
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A vida econômica e espiritual do Egito fundamenta-se na construção dos templos, erguidos por artifices que Meni organizou quase que certamente em colégios do Estado. A matéria-prima não faltava, quer se tratasse da pedra, da madeira ou dos metais. Abrem-se pedreiras em redor de Mênfis e talvez nas areas desérticas. No Egito de Meni, as árvores não são raras: palmeiras, salgueiros, acácias, tamarindos e sicômoros forneciam também madeiras que se podem trabalhar. Em breve se enviarão expedições comerciais para trazer cedros do Líbano e ciprestes da Síria. O cobre abunda, sendo utilizado na fabricação de armas e utensílios. O bronze só se tornará corrente no Médio lmpério. O ferro — de origem meteórica ou não — é muito raro.
Atribui-se a Meni a invencão do luxo, ou, pelo menos, do conforto. Esta lenda devia ser real num país onde se sabia fabricar cadeiras e areas de madeira, caixas de toalete, potes para perfumes e pós, jóias, roupas simples e elegantes — como as tangas para os homens e os compridos vestidos muito justos para as mulheres. O material do rei — o papiro — permite registrar a escrita numa superfície manipulável e classificável. Carecemos de inforrnações sobre o exército e a justiça. O exército existia, sem dúvida, pois permitiu a Meni conquistar o Nome.
O faraó em pessoa era o seu chefe supremo. Era igualmente o juiz por excelência, aplicando um corpo de leis não-escritas. É provável que cada nomo dispusesse de um tribunal e de um direito costumeiro que podia diferir do nomo vizinho. Mas trata-se de um campo muito incerto, do qual uma noção deve, no entanto, salientar-se: a inexistência de escravos no Antigo Egito.
Contrariamente ao que se passou na Grécia e em Roma, nunca houve no Egito indivíduos totalmente privados de direitos e reduzidos ao estado de coisas ou de mecânicas animais. Aqueles que certos historiadores designaram abusivamente por “escravos” podiam possuir terras e gerir as suas próprias explorações agrícolas depois de estarem empregados em grandes domínio. Podemos pensar em servidão, mas não em escravidão, o que constitui uma das grandes glórias da civilização faraônica.
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 A Morte de Meni
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Sobre a morte de Meni nada sabemos ao certo. Conta-nos uma lenda que o rei, perseguido por uns cães nas proximidades do lago Moeris, se viu obrigado a entrar na água e salvou-se graças a um crocodilo. Devemos ver nisto uma narrativa simbólica, pois o deus desta região era Sobek, com cabeçaa de crocodilo. Também se diz que este primeiro faraó foi morto por um hipopótamo, talvez durante uma caçada, e que morreu com sessenta e dois anos.
Outros fatos não verificados referem-se a sua famllia. A esposa de Meni teria inventado uma eflcaz loção capilar e o seu filho Atótis, médico, teria sucedido ao pai antes de ser assassinado. As fontes desse tipo de histórias são gregas; encontraremos outras a propósito deste ou daquele faraó. Finalmente, diz-se que o filho de Meni aumentou ou construiu um palácio real em Mênfis e que fazia parte da casta dos sacerdotes. As primeiras duas dinastias continuarão a obra de Meni. No final da segunda, o Egito afirma-se como uma nação coerente cujas riquezas aumentam constantemente. O país tem uma capital, uma administração e corporações de oficios. A instituição real esta finalmente estabebecida. Tudo esta pronto para um novo salto para a frente.
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Referências Bibliográficas |
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Baines, John e Málek, Jaromír. O mundo egípcio, Madri, Edições del Prado, 1996; |
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| 2 |
Jacq, Christian. O Egito dos grandes faraós, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2007; |
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J.H. Breasted, A History of Egypt, 2ª ed. New York, 1909; |
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| 4 |
Revista Edição Ilustrada Egito Antigo, Escala, 2007; |
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www.wikipedia.org |
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| 1º Per. Persa 27ª Dinastia |
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| 28ª Dinastia |
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| 30ª Dinastia |
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| 2º Per. Persa |
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| Macedônios |
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| Ptolomeus |
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