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Meni - Narmer - Aha |
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| 1ª Dinastia 1º Faraó |
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Meni |
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| 1ª Dinastia 2º Faraó |
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 Djer foi o segundo rei da I dinastía egípcia. Maneton - historiador egípcio que viveu no século III a.e.c. - chama-o de Athothis ou Atoti. Foi o sucessor (e talvez filho) de Hórus Aha que alguns autores identificam como Menés ou Narmer. Pouco se sabe sobre a vida deste rei "e de seu ministro Imhotep, que inventaram a arquitetura em pedra".
Maneton atribui-lhe 57 anos de reinado, mas este valor é considerado pouco provável. Do seu reinado estão registadas as primeiras campanhas militares fora do Egito. As forças militares do rei lutaram no Sinai, acontecimento registado na Pedra de Palermo, e possivelmente para além deste território, na Palestina. No Sinai terá sido explorado o cobre e a turquesa, uma vez que estes elementos surgem na mastaba do funcionário real Sabu (objectos de cobre) e no túmulo do próprio Djer.
A oeste foram feitas campanhas contra os Líbios. Também terá sido visitada a Núbia, já que o nome do rei surge inscrito num grafito em Uadi Halfa. Ainda de acordo com Maneton este rei teria sido autor de um tratado de medicina. A sua esposa terá sido Herneit, provavelmente sepultada no túmulo 3507 de Saqqara.
Djer foi sepultado em Abido, sendo o seu túmulo o maior da necrópole. No mesmo local foram sepultados membros da sua corte (um total de 317); para alguns autores estas pessoas teriam sido sepultadas vivas, enquanto que outros, como Nicholas Grimal, rejeitam esta hipótese. A partir da época do Império Médio o túmulo de Djer em Abido foi identificado com o túmulo do deus Osíris.
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Horus Djet - Wadjit "Rei serpente" |
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| 1ª Dinastia 3º Faraó |
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Djet ou Wadjit foi o terceiro faraó da I dinastia egípcia. O seu nome significa "rei serpente". Julga-se ser filho do seu antecessor, o rei Djer, embora não esteja comprovada de forma conclusiva esta ligação. Maneton denomina-o Uenefes e atribui-lhe 23 anos de reinado*. Ainda segundo Maneton, no tempo deste rei verificou-se uma grande fome no Egito e que Djet teria mandado construir umas pirâmides próximas a Kokome, localidade que foi identificada com Saqqara.
Contudo, não se conhecem pirâmides deste período; a primeira pirâmide que surgiu no Egito é habitualmente considerada como sendo a pirâmide do rei Djoser da III dinastia egípcia. Sabe-se que este rei liderou uma expedição ao Mar Vermelho, possivelmente com o objetivo de explorar as minas do deserto arábico.
No seu túmulo foi encontrada uma estela onde está gravado o nome do rei e que se encontra hoje no Museu do Louvre, sendo considerada como uma das mais belas expressões artísticas deste período. Esta estela deveria ser acompanhada por outra, sendo ambas colocadas no exterior do seu túmulo em Abido.
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Horus Den "O que golpeia" |
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| 1ª Dinastia 4º Faraó |
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Filho de Djet, assumiu o trono ainda criança, tendo a regência sido assumida por sua mãe Merneith. No seu reinado, pela primeira vez, o faraó é mostrado usando a Coroa Dupla, ou seja, a Coroa Vermelha e a Branca juntas.
Assim como Djer, parece que Den também foi médico e um dos estudos que se acredita seja de sua autoria, versa sobre o tratamento de fraturas.
Em seu túmulo foi usado granito no chão e blocos também de granito para apoiar o teto de madeira. O túmulo de seu chanceler, Hemaka, também foi encontrado.
Foi encontrada uma pequena placa em marfim, que mostra o faraó Den golpear um cacique asiático com uma maça. À frente da sua face pode-se ver o seu serekh contendo o seu nome de Hórus, e à direita um estandarte coroado pelo chacal de Anupu. Foi considerado um faraó bastante virado para as artes.
A primeira de uma série de campanhas militares contra a Ásia realizou-se logo no primeiro ano de reinado. Uma placa encontrada em Abidos, para comemorar a primeira vitória de Den mostra o rei a golpear um cacique Asiático. Posteriormente desenvolveu várias actividades militares na península do Sinai, para proteger os seus interesses nos recursos minerais da região.
O complexo funerário do faraó foi construído no cemitério real de Abidos. O seu túmulo media 56x25 metros, contendo em seu redor 174 túmulos sacrificiais de servos, e situa-se perto de dois outros faraós da dinastia I, Kaa e Semerkhet. Apesar deste complexo funerário de Abidos, a sua múmia foi sepultada em Sakara. O túmulo do seu ministro Hemaka, foi descoberto em Saqqara com partes ainda invioladas é de grande riqueza.
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Horus Anedjib "Valente de Coração" |
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| 1ª Dinastia 5º Faraó |
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Anedjib ou Adjib é habitualmente considerado como quinto soberano desta dinastia. Anedjib é o Nome de Hórus do monarca e significa "valente de coração". Maneton atribui-lhe um reinado de vinte e seis anos mas como sucede com outros soberanos egípcios, não é clara a cronologia do seu reinado. De acordo com o egiptólogo alemão Jürgen von Beckerath terá reinado entre 2867 e 2861 a.e.c.; Jaromir Malek situa o seu reinado entre 2832 e 2826 a.e.c.
Pensa-se que era filho de Den. Foi provavelmente o primeiro rei a usar o Nome das Duas Damas e o Nome de Rei do Alto e Baixo Egito na sua titulatura real. Foi casado com Beterest, que tinha ligações familiares com os reis mênfitas. Para os investigadores que não o consideram filho de Den, esta pode ter sido a forma de Anedjib alcançar legitimidade real, dado que no Antigo Egito a legitimidade dinástica era transmitida pelas mulheres.
Anedjib assumiu-se como rei do Alto e do Baixo Egito, usando a dupla coroa (pschent), mas julga-se que não terá conseguido controlar as rebeliões que ocorreram nesta última região. O seu túmulo é número 10 de Abidos, um dos mais pequenos túmulos reais construídos neste local, com câmara funerária feita em madeira; em compensação, as mastabas construídas durante o seu reinado são reveladoras de um certo requinte, como por exemplo a de Nebitka, provavelmente o seu vizir.
Esta mastaba é considerada como antecessora da denominada pirâmide em degraus de Djoser da III dinastia. O seu sucessor foi Semerkhet, que ordenou a retirada do nome de Anedjib das inscrições. O motivo para tal pode estar relacionado com uma usurpação do poder por parte de Semerkhet ou com a hipótese do próprio Anedjib ter sido um usurpador, cuja memória se pretendia apagar.
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Horus Semerkhet "Amigo Considerado" |
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| 1ª Dinastia 6º Faraó |
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Era filho de Anedjib. Durante seu governo se disse que ocorreram numerosos prodígios e uma grande calamidade caiu sobre Egito. Seu sucessor, Qa'a, considerou-lhe usurpador do trono, pois apagou todas suas inscrições. O lugar de sua sepultura é a tumba Ou, na necrópole de Umm el Qaab em Abidos.
O nome Semerkhet significa Amigo Considerado e segundo Maneton, no reinado deste faraó ocorreu uma calamidade no Egito. Não se conhece muito a respeito de seu reinado e não deve ser levado em consideração o fato de vasos inscritos com o nome do faraó predecessor terem sido reinscritos com seu nome. Isso era muito comum e o que se pode afirmar é que em vasos encontrados na pirâmide de Djoser (terceira dinastia) constava o nome de Semerkhet, coisa que não ocorreu com Merneith ou com Hatshepsut.
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Horus Qaa "Seu braço está erguido" |
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| 1ª Dinastia 7º Faraó |
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Seu nome significa Seu braço está erguido, e ele foi o último rei da primeira dinastia. As informações sobre seu reinado são poucas, ele é mencionado em inscrições em vasos e numa estela danificada onde aparece usando a Coroa Branca do Alto Egito e sendo abraçado pelo deus Horus. Provavelmente foi sepultado em Abydos, na tumba Q. Nesta mesma tumba foram encontrados selos e artefatos com o nome de Hetepsekhemwy, o primeiro faraó da segunda dinastia. Isso sugere que não houve um período vazio entre as duas dinastias.
Segundo Maneton, que o denomina Bienekes (Africano), ou Ubientes (Eusebio), reinou 26 anos. O Cânone de Turim atribui-lhe 63 anos de reinado. A Pedra de Palermo está rompida neste período e só cita o primeiro ano de reinado. Celebrou duas festas Sed, nas quais se renovava a autoridade real. Suprimiu o nome de seu antecessor Semerkhet dos monumentos, ao que considerou usurpador do trono, de igual forma que este o tinha feito com seu antecessor Anedjib. Seu nome se encontrou impresso na necrópole de Umm el Qaab, Abidos.
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Horus Hetepsekhemwy "Os dois poderes estão em paz" |
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| 2ª Dinastia 8º Faraó |
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Hetepsekhemwi é o nome de hórus do primeiro rei da II dinastia egípcia e significa "os dois poderes estão em paz". Maneton atribui-lhe um reinado de trinta e oito anos, o que não pode ser comprovado dada à falta de informações sobre este rei. A maior parte dos investigadores modernos considera mais provável um reinado de quinze ou de vinte e cinco anos. Jürgen von Beckerath situa o seu reinado entre 2828-2800 a.e.c., enquanto que para Jaromir Malek ele teria governado entre 2793-2765 a.e.c.
Não se sabe que relação este monarca tinha com Qaa, o último soberano da I dinastia. Pode ter sido o seu filho ou ter casado com uma filha sua de modo a assegurar a legitimidade real. O que se sabe é que Hetepsekhemwi conclui o túmulo do seu antecessor em Abidos devido à descoberto de selos com o seu nome no túmulo de Qaa. O nome de Hórus deste rei (o mais importante dos nomes da titulatura real egípcia nesta época) pode aludir a uma tentativa de pacificação entre o Alto Egito e o Baixo Egipto, regiões que se tinham estado envolvidas em conflitos.
Os "dois poderes" referidos seriam o deuses Seth e Hórus, deuses padroeiros de cada uma das regiões. Segundo Maneton, durante o reinado de Hetepsekhemwi verificou-se um sismo na cidade de Bubástis, que abriu uma fenda na terra. Hetepsekhemwi abandonou Abidos como necrópole real, optando por Sakkara, a necrópole real da cidade de Mênfis. Do seu túmulo, descoberto em 1902 por Barsanti, conhece-se apenas a parte subterrânea, composta por uma série de galerias escavadas na rocha (desconhece-se se existiu uma estrutura superior).
Selos com seu nome foram encontrados próximo da pirâmide de Unas em Sakkara (quinta dinastia), mas, a tumba atribuída a ele estava vazia. Também foram encontrados outros selos com seu nome próximo da entrada da tumba de Qaa, isso talvez indique que este faraó inspecionou o funeral de seu antecessor.
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Hórus Reneb "Rá é o meu senhor" |
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| 2ª Dinastia 9º Faraó |
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De acordo com Maneton, teria governado cerca de quarenta anos. Os autores modernos situam o seu reinado entre 2800-2785 a.e.c. (Jürgen von Beckerath) ou 2765-2750 a.e.c. (Jaromir Malek).
Foi o sucessor de Hetepsekhemwi, primeiro rei da II dinastia, mas não se sabe se seria filho ou irmão deste rei. O seu nome pode ser traduzido como "Rá é o meu senhor" ou "Ré é o senhor". É a primeira vez que o nome do deus solar Rá, que alcançaria grande relevância no Império Antigo, surge num nome real. A sua mastaba foi construída em Sakkara, onde se encontraram alguns cilindros-selos com o seu nome. Foi também encontrada em Abidos uma estela em granito com o seu nome no serekh, que se encontra actualmente no Metropolitan Museum of Art.
O seu nome também surge inscrito numa rocha no deserto líbico perto de Hermontis. Ainda segundo Maneton este rei teria sido responsável pela introdução do culto de Mnévis em Heliópolis e de Ápis em Mênfis. O sucessor deste rei foi Ninetjer, mas não se sabe que relação existiria entre ambos.
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Hórus Ninetjer "Celestial" |
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| 2ª Dinastia 10º Faraó |
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Este faraó está listado na Pedra de Palermo como tendo reinado pelo menos 35 anos. A maior parte das festividades anotadas em seu reinado, o ligam à região de Mênfis, o que deve significar sua proximidade com o Baixo Egito (isso pode ter criado tensão).
Na Pedra de Palermo está marcado que, no 13º ano de seu reinado duas cidades foram atacadas. O nome de uma delas foi traduzido como terra do norte (talvez uma referência ao Baixo Egito).
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Peribsen "Esperança de todos os corações" |
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| 2ª Dinastia 11º Faraó |
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O nome deste rei não surge em nenhuma das listas reais, sendo apenas conhecido a partir de documentos da época, como selos na ilha de Elefantina, onde o rei dedicou um templo ao deus Seth.
Julga-se que Peribsen teve que fazer frente a rivalidades entre o Baixo Egito (o norte) e o Alto Egito (o sul). As raízes destes problemas estão provavelmente na política do seu antecessor, Ninetjer, que governando em Mênfis, privilegiou os templos do Baixo Egito. Peribsen não colocou na parte superior do seu serekh a representação do falcão de Hórus; em vez disso optou por colocar o animal associado a Seth (uma espécie de chacal).
Este fato pode ser interpretado como um ato de rebelião do rei, que na disputa entre os seguidores do culto de Hórus e os seguidores do culto de Seth optou por apoiar os apoiantes deste último (Seth era também a divindade associada ao Alto Egito, de onde seria oriundo Peribsen). O túmulo de Peribsen encontra-se no cemitério real de Abidos. Sabe-se que séculos após a sua morte existia uma capela dedicada a Peribsen no templo funerário de Senedj, o que pode ser visto como uma forma de procurar apaziguar acontecimentos traumáticos do passado.
Sua estela funerária de granito, em Abidos mostra a mudança no cartucho. per-ib-sn com os dois animais per-ib-sn com os dois animais É lícito imaginar que no seu reinado estavam ocorrendo disputas internas ligadas à rivalidade entre o Alto e Baixo Egito. Pode até ser que a rivalidade mitológica entre Hórus e Seth tenha surgido nessa época, porque os seguidores de cada deus lutavam pelo controle do trono. Peribsen foi sepultado em Abidos e não em Sakkara como os seus antecessores.
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Horus Nebka "Proteção Forte" |
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| 3ª Dinastia 12º Faraó |
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A lista real de Abidos e o Cânone de Turim referem-se a este rei como Nebka, mas em documentos da época este rei surge com o nome de Hórus Sanakht ("proteção forte"). Não se sabe por isso se os dois nomes correspondem à mesma pessoa ou a pessoas diferentes.
Estas duas fontes apresentam-no como fundador desta dinastia, embora alguns investigadores o coloquem na quarta posição. O Cânone de Turim atribui-lhe um reinado de dezanove anos. O seu nome não surge na Pedra de Palermo, uma importante fonte de estudo da história egípcia. Segundo Jaromir Malek, terá reinado entre 2647-2628 a.e.c.
As informações são escassas sobre o reinado deste rei. O seu nome surge numa pequena pirâmide na ilha nilótica de Elefantina, no sul do Egito. No Sinai foi encontrado um fragmento de um relevo que retrata o rei com a dupla coroa a destruir um inimigo, o que pode indicar atividades de exploração das minas da região durante o seu reinado ou atividade militar. Não se conhecem as relações com o rei Djoser, acreditando-se que possa ter sido o seu irmão mais velho. O seu túmulo não foi ainda encontrado.
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Djoser |
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| 3ª Dinastia 13º Faraó |
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Djoser |
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| 3ª Dinastia 14º Faraó |
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O pouco que sabemos sobre ele é graças ao fato de ter sido encontrada sua tumba, uma pirâmide inacabada em Sakkara. Aparentemente esse túmulo não foi atacado pelos ladrões e os arqueólogos se animaram com a descoberta, mas tudo o que encontraram foi um sarcófago feito de alabastro, com o selo intacto, mas estava vazio. Havia braceletes, amuletos e uma jarra trazendo o selo de Sekhemkhet, mas não havia múmia.
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| 3ª Dinastia 15º Faraó |
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No Cânone de Turim, o nome dele está marcado como apagado (talvez por problemas dinásticos ou porque o escriba não conseguiu ler o nome em escritos antigos) e dono de um reinado de apenas quatro anos. Acredita-se que o monumento funerário de Zawyet el-Aryan, próximo a Sakkara e abandonado no início da construção seja dele.
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| 3ª Dinastia 16º Faraó |
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Este é o último faraó da terceira dinastia. Provavelmente foi ele quem, reestruturando a administração e desenvolvendo projetos de construção, preparou o caminho para as construções das pirâmides que viriam a seguir. O local de seu túmulo permanece um mistério.
Embora a terceira dinastia se encerre com Huni, ele era provavelmente, o pai do próximo faraó. É quase certo que a mãe de Snefru era Meresankh, uma esposa menor ou concubina de Huni. Se foi assim, Snefru deve ter desposado sua meia irmã, Hetepheres I, que era filha de Huni. A lembrança de Huni sobreviveu muito tempo após a sua morte, porque a Pedra de Palermo registra uma propriedade que pertencia a seu culto, durante o reinado de Neferirkara, da quinta dinastia, aproximadamente cento e cinqüenta anos após sua morte.
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Referências Bibliográficas |
| 1 |
Baines, John e Málek, Jaromír. O mundo egípcio, Madri, Edições del Prado, 1996; |
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| 2 |
Jacq, Christian. O Egito dos grandes faraós, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2007; |
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| 3 |
J.H. Breasted, A History of Egypt, 2ª ed. New York, 1909; |
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| 4 |
Revista Edição Ilustrada Egito Antigo, Escala, 2007; |
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| 5 |
Tyldesley, Joyce. Pirâmides a verdadeira história por trás dos mais antigos monumentos do Egito, São Paulo, Globo, 2005; |
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| 6 |
www.wikipedia.org |
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