História da Civilização - Período Dinástico Primitivo

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HISTÓRIA DO EGITO
Pré-História - ate 4000 a.e.c. Pré-dinástico - 3200-3125 a.e.c. Dinástico Primitivo - 3125-2575 a.e.c.
Império Antigo - 2575-2134 a.e.c. 1º Intermédiário - 2134-2040 a.e.c. Império Médio - 2040-1640 a.e.c.
2º Intermédiário - 1640-1532 a.e.c. Império Novo - 1550-1070 a.e.c. 3º Intermédiário - 1040-712 a.e.c.
Período Tardio - 712-332 a.e.c. Greco-Romano - 332 a.e.c. - 395 d.e.c.  

Linha do Tempo

LINHA DO TEMPO NO DINÁSTICO PRIMITIVO

Multimídia

Faraós

Textos

A Primeira Dinastia | A Segunda Dinastia | A Terceira dinastia | Túmulos Reais | Artes
 
A Primeira Dinastia
 

O início da 1ª dinastia parece ter sido marcado por duas alterações principais: a difusäo do uso da escrita e a fundação de Mênfis, que deve ter sido a capital politica a partir de então. é possível que tenha tido também lugar uma mudança de família real, sugerida pelas diferenças nos nomes dos reis.

A escrita era utilizada sobretudo para os nomes dos anos, registrando, para efeitos de datação, um acontecimento importante para cada ano. As listas destes nomes de anos constituíram mais tarde os primeiros anais a 1ª dinastia começa com o lendario Menés, de que se conhece o nome através de listas de faraós egipcios posteriores e de fontes clássicas. Na sua própria época, estes reis eram, sobretudo, conhecidos pelos seus nomes de Hórus, o elemento real oficial do titulo, e não pelos nomes de nascimento, que são os utilizados nas listas.

Em consequência disto, quer a identificação, quer a existência de Menés são discutíveis, mas trata—se, provavelmente, do Rei Aha, de cujo reinado data o mais antigo Túmulo de Saqqara. Os dois principais centros de poder eram, nessa época, Abido e Mênfis, enquanto em Hierakonpolis, povoação muito antiga, foram também encontradas importantes ruínas do principio do período dinástico. As duas divindades guardiãs do faraó do Egipto, Nekhbet e Wadjit, pertencem a Hierakonpolis e a Buto (Tell el—Farain), No delta, e e provável que Buto tenha tido igualmente importância no periodo antigo.

Calcula-se a duração da 1ª dinastia em cerca de ~150 anos. Foram encontrados em várias partes do país, inclusive no delta, vastos cemitérios deste período, com testemunhos valiosos, datando os mais admiráveis do longo reinado de Den A sua difusão indica que havia menos centralização de riqueza do que durante o Império Antigo, altura em que os cemitérios provinciais de importância desaparecem.

Existem poucas provas diretas da existência de relações entre o Egito e o Próximo Oriente ou a Libia durante a 1ª dinastia, mas tal fato pode dever-se-ao acaso. Na Núbia, na zona da 2ª catarata, encontrou—se um grafite, mais ou menos deste período, representando um rei triunfando sobre seus inimigos, o que indica que os Egípcios não tinham vindo apenas para fazer comércio os reis eram enterrados em Abido, num cemitério bem para dentro do deserto, enquanto as zonas próximas das de cultivo parecerm ter sido destinadas ao culto fúnebre real, podendo ter compreendido edificios cerimoniais construídos com materiais frágeis, que eram renovados à medida das necessidades. Os túmulos reais eram, eles próprios, de dimensões modestas e foram totalmente saqueados em períodos posteriores, rnas o pouco que resta deles é um esplêndido trabalho.

Enquanto os faraós e respectiva corte eram enterrados em Abido, alguns altos dignitários tinham imponentes túnulos de tijolo, de tipo diferente, junto da encosta desértica ao norte de Saqqara (foram também encontrados túmulos semelhantes noutras escavações). Não devia haver mais do que um ou dois destes funcionários ao mesmo tempo, visto o núnero de túmulos ser apenas ligeiramente superior ao dos reis, havendo túmulos datados dos reinados daqueles que viveram mais tempo. O conteúdo de algumas das câmaras de armazenamento nas superestruturas destes túmulos foi preservado, incluindo um notável conjunto de objetos de cobre e, sobretudo, enormes quantidades de vasos de pedra, de várias espécies e feitios. Este tipo de vasos de pedra teve origem nos tempos pré-dinásticos e foi o principal produto de luxo do país até a 3ª dinastia.

 
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A Segunda Dinastia
 

No princípio da 2ª dinastia, a necrópole real foi transferida para Saqqara. Depois do terceiro faraó desta dinastia, Ninetjen, o registo é muito incerto, sendo provável que tenha havido vários pretendentes ao trono e tradições posteriores incluem nomes de ambos os lados. O primeiro faraó desta dinastia, cujo nome se encontrou em Abido, foi Peribsen, único rei na história do Egito a usar o titulo de Seth em vez do de Horús. Peribsen parece ter alterado o seu nome, que seria anteriormente o de Sekhemid, referido a Hórus. Hórus e Seth são dois deuses inimigos da mitologia egípcia, que lutam pela obtenção da herança do país — mas é possível que este mito tenha sido formulado depois da 2ª dinastia — e a alteração do título pode ter a ver com a crença do triunfo de Seth, ou com uma diferença de fideidade local, entre outras possibilidades.

A atuação de Peribsen parece ter provocado a oposicão de um rei, Khasekhem, de que apenas se conhecem objetos provenientes de Hierakonpolis, no Sul. O rei seguinte, Khasekhemwy, era provavelmente a mesrna pessoa que Khasekhem, tendo o seu nome sido encontrado por todo o país em objetos datando presumivelmente de um período posterior a morte de Peribsen. Khasekhem é um nome que faz referência a um "poder" (sekhem) que significa Hórus, enquanto Khasekhemwy se refere a dois "poderes" Hórus e Seth— tendo por uma as figuras de ambos os deuses e é acompanhado da frase "os dois senhores descansam nele". Este conjunto é, portanto, uma proclarmcao do fim da luta. O reinado de Khasekhemwy prenuncia a 3ª dinastia. A rainha, Nimaathapi, está associada aos dois primeiros faraós e a arquitetura desta época mostra grandes progressos.

 
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A Terceira Dinastia
 

O primeiro faraó da 3ª dinastia, Zanakht (2649-2630), figura obscura, é provavelmente o mesmo que Nebka. O seu sucessor, Djoser (2630-2611) é, sobretudo, conhecido como construtor da Pirâmide de Degraus de Saqqara, o mais antigo ediflcio de pedra daquelas dimensões do mundo. Para além disso, alguns fragmentos de um santuário de Heliópolis, datando do seu reinado, revelam uma iconografia e um estilo egípcios totalmente desenvolvidos. A Pirâmide de Degraus é, em muitos aspectos, uma estrutura experimental, revelando muitas alterações no seu plano, mas demonstra um domínio técnico e um poder econômico surpreendentes.

A época de Djoser foi vista mais tarde como uma idade de ouro do empreendimento e do saber. O nome de lmhotep, provável arquiteto da Pirâmide de Degraus tinha o título de mestre escutor, entre outros —, veio a ser particulamente venerado e era, no período greco —romano, uma divindade popular, associada especialmente à cura de doenças. O seu nome encontra-se tambem sob a forma de grafite, num esboço do muro a volta da pirâmide do sucessor de Djoser, que foi enterrado quase de imediato numa estrutura modificada em relação ao plano original. Talvez fosse um herói dos trabalhadores da sua própria época. Os edifldos de Djoser salientavam-se do grupo de mastabas maciças de tijolo, datando do seu reinado, a norte de Saqqara, e foi apenas na dinastia seguinte que outros homens tiveram tumulos de pedra.

Mas a perfeição do trabalho em relevo estendia-se para além do monumento real e os relevos em madeira, provenientes do tumulo de Hezyre, da mesma época, estão entre os mais belos da escultura antiga neste material. Embora tivessem sido feitos para um particular, podem ter tido origem numa oficina real. O monumento, ainda mais grandioso, do sucessor de Djoser, Sekhemkeht (2611-2603), quase não passou do nivel do chão e ao seu reinado seguiu-se um período obscuro. Este interlúdio antes da 4ª dinastia revela o modo como os governantes predominavam no registo e, por isso, na nossa visão da história. Quando o faraó e a sua organização eram fortes, os recursos do país podiam ser aproveitados de maneira impressionante, provavelmente através do trabalho em regime de corveia. Quando o faraó era fraco, o padrão normal de subsistência mantinha-se, sem prejudicar o tecido econômico do país, mas sem dedicar o seu potencial ao mesmo fim duradouro.

Em finais do periodo dinástico primitivo, o Egito tinha adquirido a sua fronteira meridional clássica, na 1ª catarata, ao mesmo tempo que a sua escrita, administração e capacidades técnicas e artísticas tinham praticamente atingido as suas formas clássicas. Tinha—se verifcado uma progressiva centralização do poder, que não é visível nos registos, exceto no declinio dos cemitérios provinciais. Esta era a condição necessária aos feitos dos faraós da 4ª dinastia.

 
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Túmulos reais
 

Desde épocas remotas anteriores ao Rei-Escorpião, o povo egípcio sempre se preocupou com a alma e o conforto do morto para sua vida após a morte. Neste período dinástico primitivo, já eram construídos túmulos mais sofisticados, as mastabas – que eram sepulturas feitas de adobe com lados oblíquos e a parte superior plana. Dentro das mastabas havia câmaras e ali eram deixados objetos para o conforto do morto no outro mundo. Com o decorrer do tempo, as mastabas foram ficando cada vez maiores e mais complexas. Faraós da primeira e segunda dinastias, já possuíam mastabas revestidas com pedras e havia sepulturas com até trinta câmaras.

Mas foi na 3ª dinastia, sob o reinado de Djoser que Imhotep revolucionária a construção de túmulos reais com a famosa pirâmide de degraus de Saqqara, que foi o resultade de um projeto original que consistia em uma "super" mastaba, maior do que qualquer outra ja construída. A esse projeto, foi-se construíndo niveis em cima de níveis criando uma pirâmide em forma de degraus, algo ainda nunca visto pela humanidade. Pirâmides semelhantes so foram construídas muito tempo depois na Meso-américa e em outros locais remotos do mundo.

 
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Artes e Escultura
 

Todas as manifestações artísticas no Egito surgiram por causa da religião, e estavam a serviço do faraó e do estado. Acredita-se que a escultura surgiu em decorrência da necessidade de representar o morto para a eternidade. Muitas estátuas foram encontradas nos túmulos diante de uma porta falsa na parede, talvez para dar passagem à alma do morto.

Também a escultura foi usada para representar os deuses que eram adorados sob a forma de animais ou meio humanos. É claro que com o decorrer do tempo, os egípcios foram aprimorando essa arte até construírem os colossos que veremos mais tarde.

Ainda na primeira dinastia os egípcios já dominavam a arte de trabalhar com madeira, fabricavam arcos, flechas, dardos, bengalas e cetros de toda espécie e ainda instrumentos musicais, o clima quente e seco do país preservou esses trabalhos para os estudos atuais. O estilo artístico do povo egípcio sofreu muito poucas mudanças ao longo de mais de 3000 anos de história. Eles foram um povo muito ligado na religião, possuíam um grande respeito pelo equilíbrio, pela ordem que podiam vislumbrar na natureza.

Os complexos funerários de Abydos e Saqqara foram construídos durante as primeiras dinastias. Os hieróglifos já os enfeitavam e contavam para a posteridade as histórias em que hoje os estudiosos se baseiam para estudar a civilização egípcia. A pintura não tinha profundidade, o tronco da pessoa representada ficava sempre de frente para o observador enquanto a cabeça, as pernas e os pés eram vistos de perfil. Usavam cores e representavam as pessoas mais importantes em tamanho maior, as figuras iam diminuindo de acordo com a sua importância.

O Faraó e os nobres eram representados com figuras humanos maiores que os demaisAs figuras femininas eram pintadas de ocre e as masculinas de vermelho. Os hieróglifos a principio eram talhados em pedra, mas, depois os egípcios descobriram outros materiais para escrever. Graças à escrita nas paredes dos templos, nos monumentos e em rolos de papiros, ficaram para nosso conhecimento histórias de conquistas, poemas, louvores, cálculos, lendas e o mais interessante, os papiros médicos.

O papiro é uma planta que, além de decorativa foi um tesouro para os antigos egípcios. As hastes do papiro, com dois a três metros de altura, eram cortadas em pequenos pedaços, descascadas e a isso se seguia uma série de procedimentos até se obter a folha de papiro. Da haste da planta também faziam velas de barcos, cordas, sandálias e cestos. Essa planta, tão bela e tão útil, que não dava trabalho algum, a não ser o de cortá-la, só era superada em utilidade pelo trigo. O papiro era o símbolo do Baixo Egito e o cetro das deusas era feito com sua haste.

 
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Referências Bibliográficas
1 Baines, John e Málek, Jaromír. O mundo egípcio, Madri, Edições del Prado, 1996;  
2 Jacq, Christian. O Egito dos grandes faraós, Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2007;  
3 J.H. Breasted, A History of Egypt, 2ª ed. New York, 1909;  
4 Revista Edição Ilustrada Egito Antigo, Escala, 2007;  
5 Tyldesley, Joyce. Pirâmides a verdadeira história por trás dos mais antigos monumentos do Egito, São Paulo, Globo, 2005;  
6 www.wikipedia.org  
 
Iry-Hor
3200-3175
Ka-Sekhen
3175-3150
Escorpião
3150-3125
1ª Dinastia
Meni
3125-3100
Djer
3100-3070
Djet-Wadjit
3070-3000
Den
3000-2930
Anedjib
2930-2880
Semerkhet
2880-2810
Qaa
2810-2770
2ª Dinastia
Hatepsek...
2770-2755
Reneb
2755-2720
Ninetjer
2720-2670
Peribsen
2670-2649
3ª Dinastia
Nekba
2649-2630
Djoser
2630-2611
Sekhemkhet
2611-2603
Khaba
2603-2599
Huni
2599-2575
4ª Dinastia
Snefru
2575-2551
Khufu
2551-2528
Radjedef
2528-2520
Quéfren
2520-2494
Miquerinos
2490-2472
Shepseskaf
2472-2467
5ª Dinastia
Userkaf
2465-2458
Sahure
2458-2446
Neferirkare
2446-2426
Shepseskare
2426-2419
Raneferet
2419-2416
Neuserre Izi
2416-2392
Menkauhor
2396-2388
Djedkare
2388-2356
Wenis
2356-2323
6ª Dinastia
Teti
2323-2291
Pepi I
2289-2255
Merenre
2255-2246
Pepi II
2246-2152
Merenre II
2152-2151
Nitókris
2151-2149
7ª/8ª Dinastia
Diversos
2149-2134
9ª/10ª Dinastia
Diversos
2134-2040
11ª Dinastia
Inyotef I
2134-2118
Inyotef II
2118-2069
Inyotef III
2069-2061
Mentuhotep
2061-2010
Sankhkare
2010-1998
Nebtawyre
1998-1991
12ª Dinastia
Amenemhet I
1991-1962
Sesóstris I
1971-1926
Amenemhet II
1929-1892
Sesóstris II
1897-1878
Sesóstris III
1878-1841
Amenemhet III
1844-1797
Amenemhet IV
1799-1787
Nefrusobk
1787-1783
13ª Dinastia
Diversos
1783-1690
14ª Dinastia
Diversos
1690-1640
15ª Dinastia
Diversos
1640-1532
16ª Dinastia
Diversos
1640-1532
17ª Dinastia
Diversos
1640-1550
18ª Dinastia
Amósis
1550-1525
Amenhotep I
1525-1504
Tutmósis I
1504-1492
Tutmósis II
1492-1479
Tutmósis III
1479-1425
Hatshepsut
1473-1458
Amenhotep II
1427-1401
Tutmósis IV
1401-1391
Amenhotep III
1391-1353
Akhenaton
1353-1335
Semenkhare
1335-1333
Tutankhamon
1333-1323
Aya
1323-1319
Haremhab
1319-1307
19ª Dinastia
Ramsés I
1307-1306
Sethi I
1306-1290
Ramsés II
1290-1224
Menerptah
1224-1214
Seti II
1214-1204
Siptah
1204-1198
Twosre
1198-1196
20ª Dinastia
Setenaquete
1196-1194
Ramsés III
1194-1163
Ramsés IV
1163-1156
Ramsés V
1156-1151
Ramsés VI
1151-1136
Ramsés VII
1143-1136
Ramsés VIII
1136-1131
Ramsés IX
1131-1112
Ramsés X
1112-1100
Ramsés XI
1100-1070
21ª Dinastia
Smendes
1070-1044
Amenemnisu
1044-1040
Psusennes I
1040-992
Amenemope
993-984
Osorkon I
984-978
Siamun
978-959
Psusennes II
959-945
22º Dinastia
Shoshenk I
945-924
Osorkon II
924-909
Takelot I
909-897
Shoshenk II
897-883
Osorkon III
883-855
Takelot II
860-835
Shoshenk III
835-783
Pami
783-773
Shoshenk V
773-735
Osorkon V
735-712
23º Dinastia
Pedubast I
828-803
Osorkon IV
777-749
Peftjau
740-725
24º Dinastia
Tefnakhte
724-712
Boccoris
717-712
25º Dinastia
Kashta
770-750
Piye
750-712
Shabaka
712-698
Shebitku
698-690
Taharqa
690-664
Tatamani
664-657
26º Dinastia
Necao I
672-664
Psamético I
664-610
Necao II
610-595
Psamético II
595-589
Apries
589-570
Amásis
570-526
Psamético III
526-525
1º Per. Persa 27ª Dinastia
Cambises
525-522
Dario I
521-486
Xerxes I
486-466
Artaxerxes I
465-424
Dario II
424-404
28ª Dinastia
Amirtaios
404-399
29ª Dinastia
Nepherites I
399-380
Psammuthis
380-393
Hakoris
393-380
Nepherites II
390-380
30ª Dinastia
Nectanebo I
380-362
Teos
365-360
Nectanebo II
360-343
2º Per. Persa
Artaxerxes III
343-338
Arses
338-336
Dario III
336-332
Macedônios
Alexandre M.
332-323
Filipe Arrhid
323-316
Alexandre IV
316-304
Ptolomeus
Ptolomeu I
304-284
Ptolomeu II
285-246
Ptolomeu III
246-221
Ptolomeu IV
221-205
Ptolomeu V
205-180
Ptolomeu VI
180-145
Ptolomeu VIII
170-116
Ptolomeu IX
116-107
Ptolomeu X
107-88
Ptolomeu IX
88-80
Ptolomeu XII
80-51
Cesarião
44-30
Romanos
Imp. Romanos
30aec395dec
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