Períodos de Formação da Civilização 

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Linha do Tempo no Helenismo 
| 336 a.e.c. | 323 a.e.c. |
312 a.e.c. |
305 a.e.c. |
| Alexandre, o Grande | Os Espólios de Alexandre | Os Selêucidas | Os Lágidas |
| 276 a.e.c. | 200 a.e.c. | 31 a.e.c. | |
| Os Antigônidas | Anexação Romana | A Batalha de Actium, o Fim do Helenísmo | |
Mapas do Período Helenístico 
Alexandre |
Estratégias |
Espólios |
Novos Reinos |
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| Introdução | |||
Da expressão "Helenistas", usada nos Atos dos Apóstolos (VI, 1) para indicar os cristãos da diaspora que falavam a Coiné e liam a Bíblia na tradução dos Setenta, O historiador J. G. Droysen (1808-1884 d.e.c) derivou a palavra helenismo. "Foi Droysen que descobriu na sua biografia de Alexandre Magno (1836) o verdadeiro significado das conquistas macedônicas: deram elas inicio a uma nova época histórica em que a cultura grega se ia misturando corn muitos elementos orientais. Convencionou-se, assim, chamar Helenismo o periodo da História que se inicia com a morte de Alexandre Magno (323) e se estende, segundo uns, ate o ano de 146 a.e.c.. (data em que a Grécia passou sob o controle do proconsul da província da Macedônia) ou, segundo ontros, ate o ano de 31 a.e.c. (data da batalha de Actium). Observe-se desde logo que não é pacIfica a definição de helenismo, o termo é cômodo mas discutível designar em seu conjunto a civilização de três séculos durante os quais a cultura grega irradiou-se bastante longe, além de seu centro original. Eis algumas definições de Helenismo:
Preferimos a primeira definição. Devemos contudo notar:
O particularismo das cidades gregas acabou substituido por uma concepção universalista: a ecúmene, o mundo habitado pelos homens civilizados que usam, como veículo de expressão, a língua comum, a coiné "o grego pode ser utilizado de Marselha até ao Indo, do Cáspio as Cataratas. A nacionalidade passa para segundo plano; uma linguagem e uma educação comuns suscitam uma mesma cultura em todas as cidades do "mundo habitado"; a literatura, a ciência e sobretudo a filosofia, se propagam, ate um certo ponto, além da Grécia; as classes superiores em Roma e em alguns lugares da Asia tem o sentimento de que a cultura grega é necessária a todo o homem culto, ao menos superficialmente. O comércio é internacionalizado. Uma grande parte de barreiras caem; a liberdade de pensamento atinge urn grau que não mais se vera antes dos tempos modernos; o ódio racial, salvo, talvez, entre os egípcios indígenas e alguns judeus, desaparece; a perseguicão religiosa por motivos religiosos é desconhecida (pois a ação de Augusto contra os judeus era uma medida política); a moral é uma questão que interessa a ciência e não a autoridade. A personaildade do indivíduo pode ter livre curso. É uma época de especialistas, quer para o trabaihador cientIfico ou para o carpinteiro que fabrica uma porta, mas é incapaz de colocá-la.
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