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Mapas |
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| Expedições Portuguesas |
| Expedições Portuguesas |
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| Litoral indígena brasileiro |
| Dos baixios lamacentos do que é o atual Estado do Maranhao às longas extensões arenosas da costa do sul do Brasil, praticamente todo o litoral brasileiro estava ocupado por tribos do grupo Tupi-Guarani quando, em abril de 1500, Pedro Alvares Cabral desembarcou nas praias de areias faiscantes de Porto Seguro. Havia cerca de 500 anos, Tupinamba e Tupiniquim tinham assegurado a posse dessa longa e recortada costa, expulsando, para os rigores do agreste, as tribos "bárbaras" que eles chamavam de "Tapui". |
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| Rotas vikings no Atlântico Norte |
| Os vikings navegaram para o ocidenta da Escandinávia até as Órcades, as Shetland, as Feroe e a islândia, saltando de ilha em ilha. A Groenlândia foi avistada pela primeira vez quando um barco que se dirigia para a islândia foi afastado do seu rumo. Erik, o Vermelho, partiu para o Ocidente para verificar a sua existêndia e iniciar a colonização. Bjarni Herjolfsson, de Herjolfsnes, na Colônia Oriental, fio, muito provavelmente, o primeiro europeu a vislumbrar a América do Norte, quando o seu barco também foi afastado do rumo. Foi o filho de Erik, Leif, quem refez o caminho de Bjarni para descobrir Vinland. Thorfinn Karlsefni estabeleceu posteriormente uma povoação de vida muito curta. |
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| Groenlândia Viking |
| A maior parte da longa costa da Groenlândia é extremamente inóspita, à exceção dos locais onde os fiordes entram profundamente terra adentro. Os colonizadores escandinavos estabeleceram-se em três povoações, muito separadas entre si, ao longo da costa ocidental. A maior de todas, a colônia Oriental, cresceu em volta de Eiriksfjord. Erik, o Vermelho, estabelece-se em Bratrahlid. O bispado de Gardar, estabelecido no início do século XII, ficava também na Colônia Oriental. |
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| Islândia Viking |
| A localização dos topônimos da primeira geraçã estabelecida na islândia, extraídos od Landnámbók, mosra uma maior concentração nas terras costeiras do Oeste e do Sudoeste e ao longo dos vales fluviais do Norte. Estes dados são também corroborados pelas evidências arqueologicas encontradas em povoações e sepulturas da época viking. Nos primeiros anos, a ocupação viking foi particularmente densa nas zonas baixas do vale do Thjórsá. |
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| Povoações vikings nas ilhas Feroe |
| Durante a época viking, as povoações estiveram limitadas, como atualmente, às faixas costeiras da ilha. De qualquer modo, a distribuição do topônimo aergi - uma palavra relacionada com a criação de gado - sugere que alguns membros da população componesa talvez se tenham tornado pastores temprariamente, levando o gado a pastar nas terras altas. Foi estudada uma grande quantidade de povoações da época viking - em forma de fazendas individuais, comunais etc. -, incluindo, nos últimos anos, algumas fazendas nas terras altas. Os achados materiais deste período são muito escassos, à exceção de Foftanes. Só foram encontrados dois grupos de esculturas da época viking. |
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| Campanha Viking na Inglaterra de 892-895 |
| O período e paz relativa depois de 885 viu a construção e uma cadeia de Burhs, ou fortificações, na Inglaterra meridional. Cada um ficava a cerca de 32 quilômetros (12 milhas) ou a um dia do seu vizinho. Acabaram por ser muito eficazes na defesa quando os vikings sob o comando de hastein recomeçaram os seus ataques a Wessex em 892. Durante os três anos seguintes, os exércitos ingleses e escandinavos tiveram uma série de escaramuças, avançando e retrocedendo através do país. Em 894, os exércitos vikings construiram um acampamento fortificado no rio Lea, ao norte de Londres, e foi ali que Alfredo os derrotou definitivamente, fazendo-os retirar-se para Bridgnorth e, posteriormente, de novo para o Danelaw |
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| Incursões Vikings na Inglaterra, 866-885 |
| Em 865 um grande exército escandinavo o Grande Exército, passou o inverno na Inglaterra, marcando o início de uma nova fase nas campanhas vikings: durante os 30 anos que se seguiram, houve uma luta quase contínua, dado que os escandinavos cnsolidaram o seu domínio em amplas regiões do país. A prmeira região que caiu nas suas mãos, em 866, foi a Nortumbria. A antiga cidade romana de York tornou-se a base de onde os vkings empreenderam uma série de campanhas contra os outros reinos anglo-saxões: primeiro invadiram a Ânglia Oriental e depois a Mércia, e em 878 o reino meridional de Wessex. No entanto, Alfredo, o Grande pôde reorgaizar as suas foças e vencer os vikingsna batalha de Edington, e depois, naquele ano, assegurou a sua retirada através de um tratado feto em Wedmore. Em 885, o comandante viking Guthrum recomeçou o ataque a wessex, mas a ameaça foi e novo rechaçada e reovado o tratado de 878, deixando aos vikings o contrle da Inglaterra Oriental e Setentrional, uma região que se tornou conhecida com o nme de Danelaw. |
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| Incursões Vikings |
| Na última década do sécuo VIII, os invasores escandinavos atacaram objetivos na Grã-Bretanha, na Irlanda e no Império Carlíngio com uma ferocidade surpreendente e sem precedentes: Lindisfarne, na costa nordeste da Inglaterra, foi atacado em 793, a pequena ilha de lona, nas Hébridas, em 795, e a costa frísia em 799. Os vikings rapidamente identificaram os ricos mosteiros e as casas religiosas como fontes principais de espólio, tendo estes lugares sofrido a fase mais dura da sua agressão. Nas prmeiras décadas do século IX, foram a Irlanda e a Frísia que mais sofreram, mas depois de 835, as frotas deslocara-se para o sul para saquear ao longo da costa meridional da Inglaterra e à volta dos estuários do Sena e do Loire, na França. a partir de meados do século, as forças vikings passaram o inverno na Inglaterra e na França e as incursões foram planejadas com alto grau de organização, movendo-se os exércitos através da Europa e entre a França e a Inglaterra ao longo de um ininerário regular de destruição. Alguns invasores se aventuraram até a Espanha. Em 859, Bjorn, o Costas de Ferro, e Hastein levaram uma frota através do Estreito de Gilbraltar e entraram pelo Mediterrâneo, onde passaram dois anos saquenado a África do Norte, o sul da França e a Itália antes de regressar à sua base no Loire em 862. Não obstante, a resistência organizada e eficaz dos árabes na Espanha dissuadiu outras expedições vikings de penetrar no Mediterrâneo através do Estreito de Gibraltar, e depois de 862 a maioria das incursões se limitou à França e à Europa Central. |
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| Autroestradas alemãs |
| A Obsessão de Hitler em motorizar a Alemanha resultou em uma extraordinária rede de autoestradas, com função civil e militar, antes do fim da década de 1930. |
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| Guerras civis romanas de 68 a 70 d.e.c. |
| As guerras de 68-70 envolveram sucessivamente os principais grupos militares do Império, e a vitória foi para o que mais coerentemente se mobilizou. A exceção principai foi a Britânia, com forças potencialmente extraordinárias, mas isoladas. A única legião africana era inadequada para um entretamente sério, e as forças de Galba, herdadas de Óton, foram insuficientes contra os exércitos combinados das províncias germanas, frustradas em suas tentativas de proclamar Virnínio Rufo, que transefiram seu apoio para Vitélio. Por ter sido capaz de combinar as legiões do Leste com as do Danúbio, Vespasiano obteve vantagens irresistíveis; além disso, também pôde utilizar suas relações italianas para ampliar o descontetamento. A única inquietação provincial séria depois da revolta de Vindex se deu no extremo nordete da Gália com a rebelião do batavo Júlio Civil, mas nem sequer isso foi capaz de provocar uma revolta geral. |
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| As Legiões Romanas |
| Lista da distribuição e nomeclatura de todas as legiões romanas no período imperial. |
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| Declínio das línguas celtas |
| Declínio das línguas celtas na Grã-Bretanha e Irlanda. |
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| Gra-Bretanha em 600 d.e.c. |
| Os povos e o reino da Grã-Bretanha e Irlanda cerca de 600 d.e.c. |
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| Gália no fim da idade do Ferro |
| Os povos da Gália no final da Idade do Ferro. |
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| As Migrações Celtas |
| Principais migrações das principais tribos celtas. |
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| Etrúria |
| Etrúria e suas principais cidades. |
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| Segunda Guerra Púnica |
| Principais campanhas romana e púnica durante a Segunda Guerra Púnica. |
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| Primeira Guerra Púnica |
| Principais batalhas e movimentos dos exércitos púnicos e romanos na Sicília durante a Primeira Guerra Púnica |
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| Expansão romana no Lácio 500 a 200 a.e.c. |
| Principais batalhas e movimentos do exército romano na Itália que fizeram da antiga cidade de Rômulo a principal potência da Península. |
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| Roma do século VII ao IV |
| Dois mapas de Roma em seus primórdios, séculos 7 e 4 a.e.c. |
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| Batalha de Trébia |
| Mapa da batalha de Trébia |
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| 2ª Guerra Púnica, Hannibal no Lácio |
| As Batalhas do Trébia, Cannae e do lago Trasimeno, são as maiores catastrófres sofridas pelos romanos em solo italiano. Essas vitórias marcam o brilhantismo do general Cartaginês Hannibal Barca, que por pouco não coloca em colapso o emergente Império Romano. |
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| Divisão do império de Alexantre Magno. |
| Reino formados após a morte de Alexandre Magno. |
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| Batalhas de Alexandre Magno |
| Principais estratégias militares de Alexandre Magno. |
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| O Império de Alexandre Magno |
| Movimento do exército de alexandre e suas conquistas através do oriente conhecido. |
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| A Batalha de Queronéia |
| Movimentação militar de Gregos e Macedônicos na batalha de Queronéia em 338 a.e.c. |
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| Confrontos entre Esparta e Tebas |
| Principais confrontos e batalhas entre Esparta e Tebas, (382-362 a.e.c.). |
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| Expansão de Esparta |
| Expansão espartana nos séculos 8º e 5º a.e.c. |
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| A 2ª Liga Ateniense 377 - 355 a.e.c. |
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| Alianças antagonistas |
| Mapa das alianças e suas estratégias militares. |
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| A Guerra do Peloponeso |
| Guerra do Peloponeso (431 - 404 a.e.c.) e suas principais campanhas militares. |
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| Império Ateniense |
| Campanhas militares na Hélade de influência ateniense (475-431 a.e.c.) |
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| Ática, Hélade |
| Mapa da Ática, na Hélade em 490 a.e.c. |
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| Atenas |
| Mapa esquemático e de fases de construção da cidade de Atenas, na Ática. |
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| Esparta |
| Mapa esquemático da cidade grega de Esparta, na Lacedemônia. |
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| Colônias Gregas no Egito |
| Mapa político e comercial das colônias gregas na Itália em 600 a.e.c. |
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| Colônias gregas na Itália |
| Mapa político e comercial das colônias gregas na Itália em 500 a.e.c. |
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| 2ª Diáspora Grega |
| Mapa indicação a movimentação das colonizações na 2ª Diáspora Grega. |
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| Cidades-Estado Gregas |
| Principais Cidades-Estado gregas na Hélade, Ásia Menor, sul da da Itália e Sicília. |
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| Idade das Trevas em 900 a.e.c. |
| Mapa da Grécia com a invasão dórica e a primeira diáspora grega, por volta do ano 900 a.e.c. |
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| Mundo Homérico |
| Mapa da Grécia demonstrando a pátria dos principais personagens homéricos. |
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| As fases de Tróia |
| Mapa esquemático espeficando as fases e as construções das camadas da cidade de Tróia. |
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| Colapso de Micenas |
| Principais rotas de saqueadores. |
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| Micenas |
| Esquema da antiga cidade de Micenas, capital dos Aqueus. |
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| Mundo Micênico |
| Arenas de influência de Micenas. |
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| Esquema do Palácio de Knossos |
| Mapa esquemático do Palácio de Knossos. |
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| Comércio grego na Era do Bronze |
| Comércio grego do mundo micênico na Era do Bronze. |
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| Creta Minoana de 1500 a 1250 a.e.c. |
| Principais cidades, palácios e portos da Creta Minoana de 1500 a 1250 a.e.c. |
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| A Batalha de Salamina |
| O Grande Rei, Xerxes I, de uma posição privilegiada assiste ao massacre de sua frota. |
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| Campanha de Xerxes I na Grécia |
| 2ª Guerra Persa, campanha militar de Xerxes I na Grécia. |
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| Guerras Persas |
| Mapa mostratando as campanhas militares de persas e gregos durante as guerras persas. |
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| Batalha das Termólias e Salamina |
| Esquema represetando o movimento de tropas gregas e persas nas Termópilas e Artemísio. |
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| Invasão da Trácia |
| Preparando o caminho para a conquista do Ocidente, Dario I invade e conquista várias cidades da Trácia. |
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| Império Persa em 490 a.e.c. |
| Limites do império Persa no reinado de Dario I em 490 a.e.c. |
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| Expansão Persa |
| Mapa com a expansão persa até o reinado de Dario I. |
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| Campanhas de Dario I na Grécia |
| Mapa das camapanhas militares de Dario I pela Grécia. |
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| A Batalha de Maratona |
| Posicionamento e movimentos dos dois exércitos, grego e persa, durante a batalha de Maratona |
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| Período Proto ou Pré-Dinástico |
| Mapa político do Antigo Egito na época proto ou Pré-Dinástica. Destaque para as confederações anônimas e o reino de Hierakonpolis. |
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| Confederações de cidades-estado do sul |
| Confederações das cidades-estado do sul do egito: Confederação de Thinis, Confederação de Nubt, Confederação de Nekhen. |
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| Expansão Fenícia |
| Rotas de expansão, e principais colônias fundadas pela civilização Fenícia. |
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| Recursos do Egito Antigo |
| Principais recursos disponíveis no Egito antigo, e as principais rotas de importação no Crescente Fértil. |
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| Império Acadiano |
| Extensão e conquista dos Império Acadiano sob o governo de Sargão, o Grande de se seus sucessores. |
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| Império Hitita |
| Extensão do império Hitita e de seus principais rivais. |
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| Império Assírio |
| O Império Assírio e suas etapas de expansão sob o governos de seus principais imperadores guerreiros. |
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| Esquema de Akhetaton |
| Mapa da cidade de Akhetaton, capital do faraó herege Akhenaton. |
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| O Egito durante o Médio Império e 2ª Intermediario |
| O Egito durante o Médio Império e 2ª Período Intermediario 2040 - 1532 a.e.c. |
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| O Egito e o Próximo Oriente Durante o Novo Império |
| Novo Império Egípcio 1550 - 1070 a.e.c. |
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| O Egito durante o 3º Período Intermediário |
| 3º Período Intermediário - Divisões políticas do Egito por volta da altura das campanhas de Piye (730 a.e.c.). |
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| O Próximo Oriente |
| O Próximo oriente durante o Período Tardio Egípcio 712 - 332 a.e.c. |
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| O Egito no Período Tardio |
| Os sítios estão marcados em preto. Cidades cujos "reis" estão listados nos anais de Assurbanipal (não é possível identificar no Egito vários outros nomes assírios). A rota da campanha da Núbia, enviada por Psamético II em 591 a.e.c. é hipotética; os soldados deixaram grafites em grego e cário, em Buhen e Abu Simbel, e, provavelmnete, em Gebel el-Silsila.
Neste Mapa aparece o canal que liga o Nilo ao Mar Vermelho. Este canal foi começado a construir por Necao II e completado por Dario I, que, por volta de 490, colocou estelas nos locais marcados com ▲ e mais tarde restaurado por Ptolomeu II Filadelfo, Trajano e Adriano, e por Amr ibn el-Asi, conquistador muçulmano do Egito. O seu comprimento, de Tell el-Maskhuta a Suez, era de cerca de 85Km. |
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| Antigo Império e 1º Período Intermediário |
| O Egito no Império Antigo e 1º Período Intermediário, 3125 - 2040 a.e.c. |
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| Recursos Naturais do Egito |
| Os locais indicados são aqueles em que há explorações antigas dos mineirais fereridos. É muitas vezes impossível datar com precisão estas explorações, mas muitas delas são exclusivamente greco-romanas, por exemplo as fontes de esmeralda, berilo ou pófiro e o granito do Mons Claudianus. |
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| Topografia do Delta do Nilto |
| Topografia do delta, reconsttituída para o ano de 4000 a.e.c. (segundo butzer) e comparada com a situação atual. O delta setentrional era inicialmente constituíido por lagunas e pântanos, tendo sido gradualmente coberto por camadas de lodo do Nilo, aumentando lentamente a superfície de eterra que só era alagada sazonalmente. |
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| Densidade Populacional no Vale do Nilo |
| Densidades populacionais estimadas dos nomos do vale do Nilo nos tempos dinásticos (segundo Butzer). As densidades são mais elevadas nas partes estreitas do vale e perto da capital, talvez por estas zonas serem já completamente povoadas desde muito antes e possivelmnte mais fáceis de explorar. As provas parecem, contudo, apoiá-las, já que os locais são mais facilmente presrvados onde o desrto está mais próximo do rio; o resultado pode, portanto, ser um pouco exagerado. A população do delta, onde não existem bases para um cálculo pormenorizado, ultrapassou possivelmente a do vale durante o Império Novo.
As grandes povoações s]ao indicadas de acordo com a dimensão aproximada, fornecendo um esboço de guia suplementar; existem testemunhos de todas elas em fontes dinásticas. As aldeias não estão representadas. |
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| Nomos do Baixo Egito |
| Esta organização em 20 nomos do período greco-ronamo, baseia-se emlistas que se encontram nos templos de Edfu e Dendera. Muitas fronteiras de nomos seguem ao longo de cursos de água cuja localização reconstituída é hipotética. os nomes das capitais conhecidas estão sublinhados.
Os nomos tinham insígnias, usadas nas cabeças de personificações, que em filas decoram as bases dos templos.
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| Nomos do Alto Egito |
| Os nomos eram as divisões administrativas do Egito, cujas origens remontam ao período dinástico primitivo. Os 22 nomos do Alto Egito foram fixados na 5ª dinastia e os respectivos comprimentos aolongo do rio estão registrados no quiosque de Sesóstris I, em Carnaque. As divisões deste mapa baseiam-se na interpretação destas medidas e não são válidas para todos os períodos. Para o baixo Egito, o número final de 20 nomos só foi fixado no períoido greco-romano. O Fayum e os oásis não faziam parte dest esquema.
O número total de 42 nomos tinha um valor simbólico: havia 42 juízes dos mortos e Clemnte de Alexandria, um dos primeiros escritores cristãos, afima que os Egípcios tinham 42 livros sagrados.
Os nomes sublinhados são os das antigas capitais de nomos. Onde se apresenta mais de um, isso significa que a capital mudou ou a divisão dos nomos foi alterada em algum período; onde não aparece nenhum, isso deve-se à incerteza sobre qual a capital. |
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| O Egito Moderno |
| Mapa Político do Egito Moderno |
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